Residencial Nascente Ribeirão – Projeto Inovador e sustentável

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Os cooperados e presidentes de entidades habitacionais se reuniram no último dia 30 de abril no auditório da Administração Regional do Guará para tomar conhecimento das etapas do projeto Ribeirão. Entre os vários esclarecimentos dados pelo presidente da OASSEH-DF, José Paulino Neto, foi com relação à compra do terreno. “Estamos com 60% da compra do Quinhão 23 efetivada e com as escrituras em mãos. O terreno tem área total de 724 hectares.

Para construir o Ribeirão só precisamos de 224h. Então estamos dentro da legalidade, através de um Termo de Ajustamento de Conduta do Ministério Público do DF e de um convênio firmado com a Codhab. Hoje é um dia muito importante porque foram publicadas no Diário Oficial do DF do dia 29 de abril todas as diretrizes urbanísticas do nosso projeto. Estamos trabalhando diuturnamente para que vocês não tenham problema com a estrutura dos imóveis como paredes rachadas, torneiras vazando e lâmpadas queimadas, como já vimos em outros residenciais”, esclareceu José Neto.

Silvio Sakata - Diretor Financeiro da OASSEH/DF
Silvio Sakata – Diretor Financeiro da OASSEH/DF

“O grande desafio quem fez foi Juscelino Kubitschek quando construiu Brasília. Um projeto não é inovador se não tiver desafios por trás. Vocês, juntos, é que nos move para que tenhamos moradia digna e decente para todos os cooperados”, afirmou Silvio Sakata, diretor-financeiro da OASSEH-DF.

Os arquitetos usaram da palavra para dar as explicações técnicas das etapas do projeto “Nosso objetivo é construir uma cidade melhor. Que os moradores saiam de casa em vejam e sintam que está residindo em um local com qualidade de vida. Nossa equipe está trabalhando com afinco visando um residencial inovador com sustentabilidade e bem-estar das pessoas, com arborização, acessibilidade, áreas de lazer e se torne referência em todo Centro-Oeste”, afirmaram.

Já o engenheiro disse que a infraestrutura não existe sem o urbanismo e o urbanismo não existe sem a infraestrutura. Segundo ele, o residencial com 12 mil moradias está projetado para receber 50 mil novos moradores. Ou seja, uma nova cidade será acoplada a Santa Maria. Para isso é necessária à construção de drenagem das chuvas, esgoto, boca de lobo e uma lagoa de detenção e outra para o reuso da água que será utilizada de forma sustentável, bem como uma estação de tratamento de esgoto. Um vídeo sobre urbanismo foi veiculado aos presentes ao evento.

Para a Lophez Engenharia, parceria do Ribeirão, a economia de energia será de 45 a 50% com a implantação da energia solar. Entre as empresas contratadas pela OASSEH-DF estão a Projeplan Engenharia e Meio Ambiente e a Ecotehc Consultoria Ambiental.

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